escurece.
sombras ganham vida,
três.
rostos amarelados
pelo tungsténio,
negros no pavimento.
que fazes tu?
espero.
que fazes tu?
passeio.
que fazes tu?
ignoro.
as paredes agora
estão frias
vascularizadas por
sangue que já não as aquece.
passos cegos,
silenciosos,
sombras mortas.
alguém tão desorientado
como o assassino,
- uma mulher e uma arma -
vítima errada.
ambos foram enganados.
Adoro a forma como descreves os elementos neste poema (e não só neste poema, xD )!
ResponderEliminarConsigo ver as imagens como se estivessem exactamente à minha frente, nítidas como as águas límpidas de um velho rio .
Casos vêm à mente, ficção e realidade .
(o que disseste no teu comentário está certo, porém não é só isso que está lá) :)